segunda-feira, 25 de maio de 2015

E O VELHO PASQUINEIRAS RIDES AGAIN.


Blogs genéricos como este tendem a desaparecer ou caíram em desuso. Vigoram por aí os autorais, os especializados em política, economia, negócios, artes, moda, gastronomia, turismo, e  espetáculos. No nosso cenário pós-pós moderno as informações cruzam e se entrechocam à razão de milhões por segundo. O mundo se alcança através da portabilidade de um smart-phone, um tablet diminuto.

A facilidade de acesso e manipulação das chamadas mídias sociais deu voz e vez a milhões de pessoas anônimas que hoje administram pages no Facebook, tuítam, trocam imagens e informações instantâneas pelo Whatsapp ou Instagram, além de outras menos votadas.

Ok, Johnny, isso todos nós já sabemos. Então qual é o propósito de trazer das profundezas de sua hibernação um blog de abobrinhas, assuntos genéricos e cultura inútil, muito deles datados e que remontam há quase meio século atrás e escritos numa linguagem empolada, arcaica e superada aos olhos de tantos?  Nenhum, absolutamente nenhum, além de atender o pedido de alguns ex-leitores que sempre se acharam incomodados com a falta do velho Pasquineiras e a curiosidade de alguns futuros e novos, espero.

Portanto, como manda a boa educação, damos as boas vindas aos antigos frequentadores daqui do espaço e saudamos os eventuais novos leitores. É obvio que alguns posts aqui - a maioria, suponho - já estejam com as informações superadas. Aos poucos e com o tempo, vou fazendo uma atualização, de acordo com o interesse de todos.

Enfim, é isso. E vamos em frente que o boteco está aberto novamente. O Pasquineiras se recusa a morrer.